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Testemunho Sr.Manuel Rocha

Esta semana, apresentamos-lhe mais um caso de sucesso na Medical Art Center, que passou pelas mãos do Prof. Doutor João Espírito Santo.

O Sr. Fernando é nosso paciente há cerca de 3 anos: conheceu-nos através do programa da TVI “A Tarde é Sua”, na rubrica “Sr. Doutor” e, após trocar impressões com um amigo – nosso paciente –  resolveu marcar uma consulta de diagnóstico.

Após algumas radiografias, o Doutor João aconselhou-o a fazer cirurgia bimaxilar.

Hoje, após o tratamento, sente que a sua alimentação melhorou bastante, conseguindo mastigar alimentos que antes não conseguia, e mesmo o receio de que o seu tom de voz ficasse alterado, não se concretizou!

Está satisfeito com toda a equipa da Medical Art Center, afirmando ter sido sempre muito bem tratado, destacando o profissionalismo e acompanhamento do Prof. Doutor João Espirito Santo, que sempre o aconselhou da melhor forma. Recomenda a nossa clinica a familiares e amigos!

Acompanhou toda a mudança nas nossas instalações físicas, notando francas melhorias!

Embora implique um investimento considerável, com a saúde não se brinca! O Sr. Fernando considera que para melhorar a alimentação, o bem-estar, a higiene oral e a saúde em geral, compensa de sobremaneira!

MAC: – Há quanto tempo está a ser tratado na MAC?

MFSR: – Há cerca de 3 anos.

MAC: – Como conheceu a MAC?

MFSR: – Conheci a Medical Art Center através do programa da TVI, entretanto encontrei um amigo que já fazia cá tratamento, trocamos impressões e resolvi marcar consulta, na primeira consulta fiz Raio X e o Doutor João aconselhou-me a fazer cirurgia ao maxilar superior e inferior.

MAC: – O que pensa da MAC? Está satisfeito?

MFSR: – Estou satisfeito com toda a equipa. Em termos de tratamento fui sempre bem tratado. Destaco o Prof. Doutor João Espírito Santo, fui bem tratado e aconselhado por ele. De uma maneira geral fui bem tratado!

MAC: -Recomenda a Medical Art Center a familiares e amigos?

MFSR: -Sim, recomendava.

MAC: – Gosta das instalações físicas? Acompanhou a mudança?

MFSR: – As instalações melhoraram totalmente, isto não era nada assim.

MAC: – Sendo um investimento dispendioso, acha que vale a pena?

MFSR: – É claro, para sermos mais saudáveis, até por uma questão de alimentação, saúde, melhorar o bem estar vale sempre a pena.

MAC: -Sente que a sua vida mudou muito após a cirurgia?

MFSR: -Deixei de ter o mal estar que tinha em termos de nutrição, a minha alimentação melhorou bastante, em relação à fala manteve-se o mesmo tom de voz, que podia ter ficado alterado com a colocação da prótese. Em termos globais estou satisfeito com o meu novo sorriso!

Testemunho D.Maria Fernanda Silva

A D. Maria Fernanda Silva é cliente da MAC há, aproximadamente, 5 anos!

Conheceu-nos através de uma amiga, que viu uma noticia na revista CARAS. A primeira vez que nos visitou foi para acompanhar a amiga. Gostou tanto, que marcou logo consulta para si própria!

A D. Maria é doente oncológica, a quimioterapia e radioterapia desgastaram os seus ossos, mas mesmo assim confiou / confia no Doutor João e restante equipa.

Foi um processo complicado devido ao seu problema de saúde, mas o desfecho foi um sucesso. Antes de colocar os implantes, a D. Maria Fernanda tinha os seus próprios dentes, -conseguiam desempenhar funções básicas, como a alimentação – dos quais 3 removíveis e sentia-se desconfortável, estes dentes prejudicavam os outros saudáveis, pelo que não gostava de se ver, tinha um sorriso malparecido.

Está bastante satisfeita com toda a equipa da MAC, destacando a qualidade e acompanhamento dos profissionais: Prof Doutor João Espirito Santo, Dr. Eurico, Dr.ª Ana Catarina e Dr.ª Daniela e a assistente Mariana. Voltava a repetir o processo: por uma questão de saúde, higiene e estética!

Considera este tratamento um investimento dispendioso, mas que vale muito a pena!

Deixamos aqui a opinião da D.Maria Silva á cerca da MAC

MAC: – Há quanto tempo está a ser tratada na MAC?

MFS: – Há aproximadamente 5 anos.

MAC: – Como conheceu a MAC?

MFS: – Através de uma amiga, que viu uma notícia do Doutor João e a sua clínica na CARAS. A primeira vez que fui à clinica foi para acompanhar essa amiga. Gostei do ambiente e resolvi também marcar uma consulta para mim. Fiz vários exames, pois sou doente oncológica. Os tratamentos para o cancro desgastaram-me os ossos.

MAC: – O que pensa da MAC? Está satisfeita?

MFS: – Estou bastante satisfeita com a MAC, embora o meu caso tenha sido complicado, foi um processo difícil, muito devido ao cancro, que desgastou os meus ossos. Fui operada 2 vezes, mas da última vez fiquei muito bem.

Acho que é uma equipa de bons profissionais, adoro o Dr. Filipe, e a Catarina. Todos os colaboradores são extraordinários, realço a assistente Mariana e a Daniela.

MAC: – Gosta das instalações físicas? Acompanhou a mudança?

MFS: – Gosto muito da mudança, está muito mais confortável, agora sim: é uma clinica “a sério”. Acompanhei a mudança, e melhorou bastante!

MAC: – A sua vida mudou muito após a cirurgia?

MFS: – Embora os meus dentes fossem malparecidos, conseguiam desempenhar as suas funções básicas – como a alimentação – era um problema maioritariamente estético. Tinha os meus dentes de nascença e 3 removíveis, sentia-me mal, desconfortável, estes dentes prejudicavam os outros saudáveis.

MAC: – Se fosse hoje, voltava a repetir o tratamento?

MFS: – Voltava a fazer tudo de novo, não tive dores, não tenho nada a apontar. Voltava a repetir por questão de higiene, saúde, estética. Era seguida por um dentista que não estava vocacionado para implantes.

MAC: – O que acha da relação qualidade/ preço?

MFS: – É dispendioso, é um preço muito elevado, mas vale a pena. A minha amiga influenciou-me a fazer o tratamento, ela fez, eu gostei e resolvi fazer também. O tempo de espera das consultas melhorou bastante!

MAC: – Obrigada!

Sabe o que são os dentes do siso?

Os dentes do siso são os últimos molares de cada lado dos maxilares. São também os últimos dentes a nascer, geralmente entre os 16 e 20 anos de idade.

Como os dentes do siso são os últimos dentes permanentes a aparecer, geralmente não têm espaço suficiente para serem acomodados. Isto pode fazer com que os dentes do siso fiquem inclusos – dentes presos em baixo do tecido gengival por outros dentes ou osso, ou podendo causar inchaço ou dor.

Os dentes do siso que nascem apenas parcialmente ou nascem mal posicionados também podem causar apinhamento e outros problemas. Como os dentes antes dos 20 anos de idade têm raízes em menor estágio de desenvolvimento, causam menos complicações ao serem removidos. Como tal, é recomendado que entre os 16 e os 19 anos examinem os dentes do siso, para verificar se precisam ser extraídos.

Como é que os dentes do siso são extraídos?

  • Uma extração de um dente é um procedimento rotineiro. O seu dentista, poderá recomendar-lhe uma intervenção com anestesia geral ou anestesiar a zona da intervenção cirúrgica com um anestésico local.
  • Poderá haver alguma dor ou edema após extração, mas normalmente desaparece passados alguns dias, contudo, deverá contactar o seu dentista se as dores forem grandes e prolongadas e se persistir o edema, a hemorragia ou houver febre.
  • A extração do dente do siso devido a apinhamento ou inclusão, não deve afetar a sua mordida ou saúde oral no futuro.

Quais as causas da formação de um abcesso?

Porque surge um abcesso?

Um abcesso dentário na sua grande maioria, é formado quando as bactérias invasoras são atacadas pelas células de defesa do organismo (leucócitos) e as células mortas nesse combate se desintegram formando o pus, junto do dente ou da gengiva. Se for no dente (na ponta da raiz do dente) é denominado de abcesso periapical, já na gengiva (junto à raiz do dente) é chamado de periodontal. Ambos ocorrem derivado a uma infeção bacteriana e os principais fatores de risco, podem ser originados por diversas razões. Desde uma dieta rica em açucares ou a falta de higiene oral, são considerados os principais fatores de infeção.

Após a bactéria se instalar numa cavidade entre a gengiva e a raiz do dente, irá criar uma infeção. Esta se não tiver o tratamento apropriado irá desenvolver um abcesso. Os sintomas iniciais de um abcesso dentário são:

  • Dor de dente
  • Sensibilidade
  • Vermelhidão na área afetada
  • Mau hálito

Outros sinais de um abcesso dentário podem ocorrer, tais como:

  • Inflamação na gengiva (gengivite)
  • Cáries
  • Sensibilidade ao toque
  • Drenagem de pus
  • Dificuldade de abrir a boca ou mastigar.

Como prevenir um abcesso dentário?

Boas prática de higiene oral, são sempre a melhor forma de prevenir um abcesso dentário, reduzindo assim o risco de o desenvolver. As visitas frequentes ao seu médico dentista, são também a forma de prevenir o seu aparecimento, pois o seu dentista irá examinar os dentes traumatizados logo que possível e evitar a sua evolução.

Se ainda não visitou o seu dentista, marque uma consulta de prevenção e evite este tipo de problemas.

Sabe o beneficio do fio dentífrico na sua saúde oral?

A higiene oral é um dos aspetos mais importantes para uma saúde oral eficaz. A necessidade de criarmos rotinas, em torno da nossa saúde oral é fundamental para que sejam evitados problemas de maior dimensão. Contudo uma higiene oral correta vai muito mais além de uma simples escova de dentes e dentífrico, porque a acumulação de placa bacteriana pode levar à destruição dentária e doenças gengivais. Se atualmente é só isso que faz, saiba que já é melhor que nada, mas ainda assim, está longe de poder dizer que faz uma higiene oral completa. Para que possa considerar uma manutenção completa da sua boca e dos seus dentes, após a utilização da escova de dentes e dentífrico, deve de considerar a utilização de fio dentária. Desta forma a probabilidade de ter eliminado grande parte dos restos de alimentos que se alojaram nos espaços entre os seus dentes, onde a sua escova não consegue chegar, é enorme. Bem como,

Qual a forma mais correta para a utilização do fio dentário?

Para garantir o máximo benefício do seu fio dentário, deve de utilizar-la da seguinte forma:

  • Comece com cerca de 45 cm de fio dentário e enrole a maior parte do fio nos dois dedos médios, deixando cerca de 3, 4 cm de fio para trabalhar.
  • Segure o fio esticado entre os polegares e os dedos indicadores e faça-o deslizar suavemente para cima e para baixo entre os seus dentes.
  • Com suavidade, faça uma volta do fio na base do dente, certificando-se que vai abaixo da linha gengival. Nunca faça um movimento repentino nem force o fio porque pode cortar ou magoar o tecido gengival que é muito delicado.
  • Utilize secções limpas de fio dentário quando passa de um dente para outro.
  • Para remover o fio, utilize os mesmos movimentos para a frente e para trás, à medida que vai afastando o fio do dente.

Saúde oral na gravidez

Durante a gravidez, o corpo da mulher sofre inúmeras alterações, sejam hormonais ou físicas.
Essas mudanças acabam também por influenciar a higiene oral pois ocorrem alterações ao nível hormonal e do PH da saliva acabando por diminuir a proteção natural dos dentes e deixar as gengivas vulneráveis a inflamações e infeções.

As náuseas e os vómitos matinais intensificam a erosão dentífrica devido aos ácidos do estomago, causando gengivite a cerca de 30% de todas as mulheres grávidas.
As alterações hormonais são também um fator que aumenta o risco de gengivite, isto porque causam secura na boca. Esta leva ao aumento do risco de infeção bacteriana e de placa dentária.
É importante salientar que tudo é transmitido ao bebé, inclusive bactérias, aumentando o risco de complicações durante a gestação.

Assim, durante as 40 semanas de gravidez é imprescindível redobrar os cuidados de higiene oral. Na Medical Art Center temos ao seu dispor os melhores profissionais que a aconselharam sobre os melhores cuidados a ter nesta fase da sua vida, prevenindo e acompanhando a sua saúde oral e a saúde do seu bebé.

Saiba também até que idade é aconselhável o seu bebé usar chupeta.

Como proceder a uma correta higiene dos seus implantes dentários?

Tal como os dentes naturais, também os implantes necessitam de uma limpeza apropriada. Entre implantes fixos e implantes removíveis, embora semelhantes, existem bastantes diferenças estas 2 técnicas e na limpeza das mesmas, não é exceção. Sendo essencial para manter as gengivas, o colo dos implantes, as pontes ou barras fixas sempre limpas e livres de bactérias. Nas próteses removíveis é fundamental que escove toda a superfície da mesma, tendo especial atenção à zona de encaixe.

Quer para implantes fixos como para os removíveis, o uso de escovas especiais é essencial. As escovas interdentais permitem a limpeza de zonas que escovas normais não conseguem alcançar. Estas podem ser adquiridas em vários tamanhos e formatos, sendo aconselhável consultar o seu médico dentista para o informar qual a tipologia de escova que melhor se adapta a si.
Hoje em dia a utilização de jatos de água já é mais frequente, sendo esta forma de higienização oral, de fácil utilização e tem um índice de eficácia elevado, limpando qualquer resíduo existente entre a gengiva e o implante. Atualmente já existem pequenos aparelhos de jatos de água, disponíveis para o uso diário.

Contudo, as consultas regulares ao seu médico dentista, ajudam-no no combate dos problemas orais, doenças e são sem dúvida a melhor forma de prevenção, não só para este fim, mas também para ajudar na correta higiene oral.

Quando trocar de escova dos dentes?

Sabe com que periodicidade deve trocar a sua escova de dentes? Nós dizemos-lhe.

A sua escova de dentes é um objeto que está sujeito a bastante desgaste ao longo do seu período de utilização. Vários estudos demonstram, que as escovas de dentes após 3 meses de utilização regular, começam a ficar menos eficientes na remoção de placa bacteriana e a propagação de bactérias fungos e vírus, são inevitáveis. Nesse sentido, deve de trocar de escova a cada 3 meses. Contudo estes aspetos, não são os únicos a ter em atenção! A deformação das cerdas ou pequenos sinais de pigmentação na sua escova de dentes, são indicadores importantes para perceber qual o tempo de vida da sua escova.

Para que a sua escova de dentes tenha um período de utilização mais elevado, deixamos-lhe algumas dicas:

  • Guarde a sua escova de dentes, com a parte das cerdas protegida por uma tampa.
  • Após períodos gripais, ou de garganta inflamada, mergulhe a sua escova num antisséptico orla durante 10 minutos depois da sua utilização. Não se esqueça de passar água e deixar secar.
  • Desinfete, semanalmente, a sua escova numa solução com meio copo de água, uma colher de bicarbonato e duas de vinagre, durante cerca de 30 minutos. Com esta técnica, está a forçar a libertação de resíduos e odores acumulados ao longo da semana.

Como combater o mau hálito?

 O mau hálito é um dos problemas mais desagradáveis na saúde oral. Tanto para quem sofre deste problema, bem como para  quem convive.

Mas sabia que tem solução? Existem vários conselhos úteis que lhe podemos dar. No entanto, o mais importante é que mantenha as suas rotinas de higiene oral, através da utilização da escova de dentes e do fio dentário, assim como o acompanhamento do seu médico dentista. Deixamos-lhe alguns conselhos de como manter este problema longe e ter sempre um sorriso brilhante com um hálito fresco.

  1. Escove os dentes todos os dias. Este será sempre o melhor conselho, nunca se esqueça de escovar os dentes após as refeições e, também, antes de dormir, pois é durante a noite que as bactérias têm mais tempo para atuar.
  2. Use o fio dental. O mau sabor na boca pode muitas vezes, vir dos restos de alimentos que se mantém acumulados entre os dentes, assim como a acumulação de tártaro. A utilização constante do fio dental vai ajudar a garantir que os seus dentes estão livres de bactérias (o nº de vezes a utilizar o fio dental deve de ser recomendado pelo seu dentista).
  3. Escove sempre a língua. Escovou os dentes? Ótimo! Usou fio dental? Perfeito… Quer dizer, calma, a sua higiene oral ainda não está totalmente completa. Na nossa língua existem acúmulos de comida que se mantêm na sua superfície e retirar esta camada de bactérias que ali pode estar concentrada é essencial. Nesse sentido, deve escovar a língua delicadamente.
  4. Beba bastante água. Além da importância da água na saúde, também no combate ao mau hálito a água é muito importante, pois em muitos casos, este é causado pelo facto da boca estar seca ou com pouca saliva. Aliás quando acordamos, o hálito não costuma estar assim tão “fresco”, devido a um longo período sem ingestão de líquidos.
  5. Evite longos períodos sem comer. Se passa ciclos acima de 3 horas sem comer, saiba que esta, é uma das maiores causas de mau hálito. Ingerir regularmente alimentos de fácil digestão, é uma simples ação que poderá colmatar este problema. Escolher uma dieta equilibrada é fundamental, deve de escolher refeições que possuem menos gorduras e como tal são de digestão mais rápida, tais como saladas cruas, legumes cozidos e carnes magras. Nos seus lanches, opte por frutas e iogurte. Fornecem-lhe muita energia são os mais indicados porque lhe fornecem mais energia com menos calorias que os típicos salgadinhos e refrigerantes calóricos. digeridos. Alimentos como o alho e cebola crua, são claramente alimentos que promovem o mau hálito devido ao seu forte aroma.
  6. O problema pode não ser da boca. Em alguns casos, o problema pode não derivar da boca, mas sim resultante de distúrbios no esôfago ou no estômago. Estas são geralmente outras causas de mau hálito, em especial nos casos de refluxo, gastrite, amigdalite, sinusite ou caseum na garganta.
  7. Sim tem solução. Se tem dúvida dê o primeiro passo e marque já a sua consulta de rotina com o seu médico dentista. Conheça o seu diagnóstico e se necessário não descarte uma ida a um clínico geral ou um gastroenterologista se o seu dentista o recomendar.

Até que idade deve o seu bebé usar chupeta?

            Esta é uma questão que reúne muita discussão, sendo que para a Sociedade Portuguesa de Pediatria do Neurodesenvolvimento (da Sociedade Portuguesa de Pediatria), não existem dúvidas.

Os pais devem de fazer maiores esforços, para que a utilização da chupeta seja exclusivamente para dormir — a sua utilização ao longo do dia, não deve de ser uma opção. Além de que para a maioria dos especialistas, a chupeta não deve ser dada ao bebé, antes que este tenha já os hábitos de amamentação criados. O que acontece por volta dos 2 meses de idade. É muito importante que o bebé tenha contacto com o mamilo da mãe e se adapte, para que possa gradualmente habituar-se aos movimentos de sucção de um bico artificial.

A idade a partir da qual pode dar a chupeta ao seu bebé não é um tema que tenha consenso. Porém, os tópicos que todos concordam são:

  • Só apenas a amamentação estar completamente estabelecida, é que se deve de oferecer a chupeta ao bebé
  • O seu uso deve de ser regrado com bom-senso e reservá-la apenas aos momentos em que o bebé estiver mais agitado, servindo de tranquilizante ajudando a adormecer ou nos momentos em que está mais aborrecido ou doente
  • Após os 18 meses o seu uso deve restringir-se à hora de dormir.
  • O bebé não deve ser “obrigado” a aceitar a chupeta quando está aborrecido ou a chorar.

Idade limite para uso da chupeta?

Considerando que após os 18 meses o uso da chupeta, deve restringir-se apenas à hora de dormir, o recomendado é a remoção gradual deste hábito. Sendo defendido por várias fontes a sua remoção entre os 2 e os 3 anos. Quanto mais cedo a chupeta for banida, maiores são as possibilidades de autocorreção de possíveis desarmonias nas arcadas dentárias devido ao uso da mesma.

Chupeta até tarde: quais as consequências?

Se a chupeta continuar a ser utilizada depois da idade recomendada, pode provocar uma mudança na posição dos dentes e das arcadas dentárias. Além do problema estético, ocorrem dificuldades como alterações de mordida. A retirada precoce da chupeta é fundamental para evitar inúmeros malefícios, como prejuízos na mastigação, na deglutição e por vezes até mesmo na fala. O uso da chupeta afeta, ainda, a função respiratória, ocasionando, por vezes, respiração bucal com roncos e fadiga, que causam distúrbios de atenção e dificuldades na aprendizagem, segundo especialistas da sociedade portuguesa de Odontopediatria.